segunda-feira, 28 de julho de 2008

Abra os olhos



Abra os teus olhos, meu amor
Cante uma canção que tenha calor
Fale só de afeto, carinho e amor

Vamos, abra os teus olhos, meu amor
Veja que a vida é muito mais que uma canção
São os pássaros que voam em tua direção

Não fique com os olhos fechados para vida
Abrace a felicidade e viva de verdade
Venha! Dê-me a tua mão, abrace-me, sou a tua querida

Sorria com os teus olhos, ame de verdade
Busque a tua felicidade
O sol na tua vida brilhará novamente

Abra os teus olhos nós podemos muito mais
Vamos amar novamente, mas perder a calma jamais.

Sol pereira
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A dança do amor

Concederei esta dança
Vestir-me-ei de seda e renda
Arrumarei meus cabelos e farei uma trança
E nos teus encantos, quero que me prenda

Aceitarei teu abraço
Aconchegar-me-ei no teu peito
Abrirei meu corpo e dou-te de imediato
E, com o meu beijo, te satisfaço.


Aceitarei teus cochichos
Ao pé do meu ouvido
Ficarei contente com as tuas palavras de caprichos
E, despida, entregar-te-ei o meu corpo atrevido


E tomada pelo fogo da paixão
Iniciaremos a nossa festinha particular
Com direito a tudo que temos direito
Ergueremos as taças e brindaremos ao amor com emoção.

Sol pereira
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domingo, 27 de julho de 2008


Ao encanto da música

Uma música tocou
Para o começo da nossa festa
Tirar você para dançar
É tudo que me resta

Concederei esta dança
Vestirei-me de seda e renda
Arrumarei meus cabelos e farei uma trança
E nos teus encantos eu me prenda

Quero poder abraçar
O teu corpo e aquecer a alma
Quero beijar tua boca
Num prelúdio de amor

Aceitarei teus abraços
Aconchegarei-me no teu peito
Abrirei minha alma
E, com um beijo, aceitarei o te amor

Falarei ao teu ouvido
Palavras lindas e mui sedutoras
Quero despir a tua alma
Numa entrega de paixão

Aceitarei teus cochichos
Ao pé do meu ouvido
Ficarei excitada com as tuas palavras
E, despida, entregar-te-ei o meu corpo

E ao fim dessa festa
Outra festa a gente vai começar
Vou levar-te para casa
Aonde a gente vai se amar

E tomada pelo fogo da paixão
Iniciaremos a nossa festinha particular
Com direito a tudo que temos direito
Ergueremos as taças e brindaremos com emoção.

Edson dos Santos/Sol pereira

sexta-feira, 25 de julho de 2008


Posso

Posso fazer-te os mais tristes versos
Mas posso também compor a mais linda canção
Que fala do amor, meu amor que brotou em teu coração

Posso ser a mais triste rosa do teu jardim
Mas também posso ser a mais bela flor
Que você vêm toda manhã sugar-me com o teu bico de beija-flor

Posso não ter neste momento o teu amor
Mas já fui a tua fonte de inspiração
Das tuas poesias que brotavam da tua emoção

Posso não ter tudo que um dia já foi meu
Mas tenho o teu amor, o teu corpo, o calor teu
E você me tem com os meus beijos de diversos sabores

Pode não dizeres mais lindas palavras de amor
Mas sou a tua total fonte de inspiração
Pois sou a lua, e você, o meu sol .

E, juntos, vivemos a mais bela e linda história de amor
Mesmo por uma fração de segundos.

Sol pereira
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Sou

Dos teus sonhos,
Sou a realidade

Da tua tristeza,
Sou o que faltava para seres alegre

Da incerteza,
Sou a mais pura verdade

Sou o que mais queres,
Sou o desejo que tateia o teu corpo

Sou o teu fogo, tua emoção,
Sou puro vulcão em erupção
A todo instante quando me beija com paixão

Então cultivas o amor, mas viva-o, pois o AMOR
É para ser vivido e não guardado dentro do coração.

Sol pereira
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quinta-feira, 24 de julho de 2008

Cibele



Para muitos, você é o Sol
Para alguns, sou a Lua
As que têm fases
E seus amores

Sou lua nova
Lua cheia
Lua minguante
Lua crescente

Também sou chamada de Cibele
Nos tempos dos gregos e romanos
Cibele era a mãe dos Deuses
E o grande Sófocles a chamava de “mãe de tudo”

Sou da noite
Sou da vida
Sou da caçada
Sou o açoite

Sou aquela que te amamenta com os meus seios
Que manda embora todos os teus receios
De menino Sol amedrontado

Sou a Cibele, deusa da Lua
Aquela que guarda teus segredos
De menino Sol apaixonado pela Deusa. Mãe Lua

Sol pereira

Dê-me, Senhor



Dê-me, Senhor, paz ao meu coração
Não quero ficar doente de tanto pensar
Levanto meus olhos e peço o teu perdão

Não quero mais nessa vida sentir rancor
Quero somente acreditar nas pessoas
Sei que elas são passivas de erros e eu também sou

Dê-me, Senhor, esperança para que eu possa
Ainda caminhar com a minha cabeça erguida
Sem pensar em tristeza ou até em morte

Perdoa-me, Senhor, se tais pensamentos
Povoam o meu coração, mas são tantas
As provas que tenho passado e suportado

Que parece que o meu coração vai explodir de tanta tristeza
Da-me, Senhor, serenidade ao anoitecer
Durante o dia tudo é mais fácil, ocupo-me com as tarefas
Mas terrível é ao anoitecer, quando a lua brilha em minha janela

Aí, bate a saudade das coisas que já fiz
E das que não fiz e nem vivi
Sinto saudades dos meus irmãos
E das pessoas que eu amo que já se foram
Senhor, não posso viver assim nesta tristeza
Faça alguma coisa, meu Senhor, acalenta minha alma

É uma dor muito grande aqui no meu peito
Ele pode até explodir se o Senhor não intervir
Dê-me, Senhor, serenidade por uma noite apenas
Para que possa deitar-me e dormir sem pensar no amanhã
E não esperar mais naquilo que sei: nunca mais voltará

Sol pereira

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quarta-feira, 23 de julho de 2008

O seu retorno



Ah! Como é bom beijar-te
Sentir teu doce desejo
Distraído no meu beijo

Perdendo a noção de tempo e espaço
Envolvido no meu abraço
Matando a vontade que o tempo deixou

Aconchego-te, faço menino virar homem
Esquecendo a dor da espera e do cansaço
Reviver momentos lindos esquecidos nos meus braços
E chamar-me novamente de teu amor e meu bem

Cair no meu colo, acariciar o meu sexo
Tirar-me o meu nexo
Sugar os meus seios
Acalmar os teus anseios

Fazer-te meu menino
Cantar-te tua cantiga preferida
Acolher-te em meu ninho

Ah! Como é bom tê-lo não como uma miragem
Ver-te deitado coberto pela folhagem
Beijar teu corpo nu apreciar tua tatuagem

Colocar toda essa energia contida e camuflada
Você ontem menino, hoje homem desejado e por mim é querido
E hoje sou tua menina, mulher amada e querida

Sol pereira

terça-feira, 22 de julho de 2008

Sou triste



Sou triste nunca tive um deleite que fosse só meu
Amo-te tanto como fui feliz, o meu amor já foi só teu
Vivo de recordações das migalhas deixadas de amores passados
De carinhos vividos e beijos conquistados

Mas jazem na triste história de amores impossíveis
Que me conquistaram e acorrentaram-me no passado
Com promessas, mentiras, farsas e ilusões horríveis

E nesse momento vivo à sombra do passado que foi importante
Que me levaram ao auge dos meus sentimentos
Mas que a bastou-me só um instante

Para perceber que ninguém é totalmente feliz
Quando se ama e não deixa raiz
Eu te amei, mas foi um engano infeliz
Não sou o amor que você sempre quis

Sol pereira

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Ainda te amo

Bom dia, meu amor, ainda te amo
Só tento enganar o meu coração
Em que não quero saber mais de você, mas ainda sei que te amo

O teu coração vive em outra dimensão
E de mim não quer saber não
Tento esquecer-te, mas ainda te amo

Juro que tento e faço tudo para esquecer-te
E jogar fora essa paixão
Que quer acabar de vez com o meu coração

Que insiste em fazer-me sofrer
Por alguém que não quer saber de mim não
E que me fez passar por mais esta desilusão

Ah! Coração burro e machucado, sofre com o teu desprezo e desapego
Tem coragem de dizer que ainda te ama!

Sol pereira

sexta-feira, 18 de julho de 2008


Feliz dia do amigo
Quero muita magia neste dia lindo
Conte sempre comigo
Você é meu amigo.

E tenha sempre Deus no teu coração
Seja feliz e viva com emoção
Pois quem nesta vida tem um amigo certamente terá um irmão

Neste dia quero dar-te muitas flores, faça e aconteça.
Viva plenamente e com a felicidade se abasteça
Se a vida não tem sido muito fácil, não se entristeça.

Receba das mãos de Deus as dádivas divinas
Vamos, amigo, solte as adrenalinas

Viva com o amor e com a alegria
Jogue fora toda a tua tristeza
Faça em tua vida uma total assepsia.

Sol pereira

20/07/2008

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Letra, canção e paixão


Você é a letra da canção
Da música que não perdeu o tom
Que é sintonizada no meu coração
Do amor que é loucura dedilhada no meu violão

Ouço-te em todas as rádios da cidade
Somos afinados na mesma canção
Não dá para esconder tanta emoção
Quando estamos juntos matando a saudade

Nossas bocas pedem beijos,
Mãos querem carícias
Corpos suados cheios de desejos

E no vaivém no balanço da gangorra sem fim
Entregamo-nos por inteiro a este amor
Agarro-te e faço loucuras só para tê-lo junto a mim.

Sol pereira

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Amigos de sempre



Meus amigos são aqueles que escolho
São todos que me fazem rir de uma piada sem graça
Em meio de uma briga, eles me fitam no olho

Gosto de todos os tipos e todas as raças
Pois não dá para escolher, aí não teria graça
São aqueles das horas certas e, também, os da bagunça

Meus amigos são sinceros, autênticos, mas agem como uma criança.
Gostam do meu jeitinho meio sério e meio poeta
Mas, quando estamos em uma roda, fazemos uma festança

Temos as mesmas preferências nacionais
Gostamos da boa música, de preferência anos oitenta
De um ótimo filme visto em um cinema

E este último com direito à lanterninha e ao famoso drops de hortelã
Bem, meus amigos são assim:
Sérios, divertidos, felizes, são amigos hoje e do amanhã.

Sol pereira

Amigos


Bem! Como devo falar de um amigo?
Este tema para mim nunca se esgota
Sempre o trago comigo

Ah! Já falei das amizades virtuais
Estas que nos fazem pensar e acreditar
Naquelas amizades bonitas e reais

Também já falei das amizades antigas
Aquelas em que, quando crianças, a gente pulava corda
E brincava de ciranda cantando as velhas cantigas

Nas épocas atuais todos temos um amigo virtual
É aquele que te tira da solidão
Ele torna-se uma peça fundamental
E você confunde o virtual com o real

As emoções misturam-se e te fazem crer
Que não importa se a amizade é virtual
O que importa é o amor e este é real

Sol pereira

terça-feira, 15 de julho de 2008

Vida ingrata

Essa vida minha agitada
Já não tenho tempo para nada
É só pensar no amor..."

Que se foi e não mais voltou...
Tenho de arrumar desculpas
Para enganar a vida
Que me cobra como uma maluca

Ô!, Vida ingrata
Deixa de ser madrasta
Deixa-me viver à espera do meu amor
Quem sabe você não peça um milagre!

Para ele voltar e com o amor se reintegrar,
Pois como está não dá para ficar,
Existe um fogo cruzado impedido a nossa paixão
E maltratando o meu coração.

Sol pereira