quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008


Quero

Ah! Como eu também te quero
Quero-te completo, sem as amarras
Livre, leve e solto, menos austero

Quero o teu corpo que venero
Quero-te louco apaixonado
Quero-te meu pássaro quero-quero.

Quero ser preenchida
Possuída
Perpetuada
Tatuada.

Venha! Não fale, faça
Germina dentro de mim
Eternize-me em tua lembrança
Todo o teu amor sem fim.

Sol pereira


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

O teu amor


O teu amor é puro e verdadeiro
Sempre muito justo e companheiro
Eu sei que você é meu amor derradeiro!
sol pereira

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Resgate de um amor


Deixarei o frio lá fora
Encostarei ao teu peito o meu rosto
Já que me pede agora
Com muito carinho e gosto
Esquecerei os meus anseios
Aquecer-te-ei com o meu calor
E unir-te-ei com os meus desejos
Entregar-te-ei todo o meu amor
Com a minha boca selarei os lábios teus
Ansiosos pelos os beijos meus
E, juntos, agradeceremos a Deus
Libero agora meu temor
Dou-te meu corpo e o meu amor
Serei a tua flor, meu beija-flor
Sol pereira

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Feliz aniversário meu amor

Quero muita magia nos anos teus
Feliz aniversário meu amor
Conte mais um ano dado por Deus.

Seja feliz, faça e aconteça
Viva plenamente este dia
E com a felicidade se abasteça.

Das dádivas divinas
Pois hoje és soberano
Vamos! Solte as adrenalinas
Festeja mais um ano.

De vida com saúde, amor e alegria
Jogue fora toda tristeza
Faça uma total assepsia
E agradeça a Deus essa gentileza.

Sol pereira

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Na madrugada


Madrugada
perfumada
Dama da noite
Exalando seu perfume
Pelo jardim
Sinto a sua falta
Ao meu lado
Na minha cama
Macia e vazia
Corpo cheio de desejo
Do seu beijo
No meu queixo
Mais em baixo
Mais um pouco
Boca na boca
Olhos nos olhos
Mãos atadas
Corpos colocados
Sexos grudados
Enlouquecidos
Pelo desejo.

Sol pereira

Desculpe-me


Desculpe-me, mas vou chorar
Você deixou o amor
Em meu peito aflorar

Para logo depois fora jogar
Sem despedidas, sem adeus
Foi embora e o meu coração feneceu

Digo que não vou chorar
Mas choro a falta que você me faz
Minha vida anda vazia sem o seu olhar

Eu e a minha poesia há muito tempo jazem
No frio do infinito do seu olhar
São esses sentimentos que nos trazem

Desculpe-me preciso e devo chorar
Choro a morte, pois a sorte é a gente quem faz!

Sol pereira

sábado, 9 de fevereiro de 2008

O amor morreu

Hoje, o meu amor morreu
O seu desprezo no meu peito parou
E o meu coração doente feneceu
Todo o amor que eu senti por ti findou.

Hoje, a tristeza e as lágrimas são aliadas
São minhas eternas companheiras
fizeram-me suas eternas moradas
Somos companheiras diárias.

Da vida só espero a morte
Cobrir-me-ei com o meu próprio manto
Fui eu quem escolheu a minha própria sorte.

Deixo meus amigos, família e meu único irmão
Não chorem! A minha morte não foi em vão
Levarei lembranças boas dentro do meu caixão.

Sol pereira

Chegou de mansinho


Chegou bem de mansinho
E por onde passou
Deixou marcas
Do seu amor
Em meu corpo
Todo tatuado
Pela sua boca
Pelo seus beijos molhados
Viajou pelo meu corpo
Com imenso amor
Deu-me carinho
Sem nenhum pudor
Falou como é grande
O seu amor por mim
Chegou bem de mansinho
E instalou-se dentro de mim
E fizemos do nosso amor
O seu e o meu ninho.

Sol pereira

Além do horizonte

Eu estou além dos horizontes
E você buscou-me
No alto trás-os-montes.

Fitou-me com seus olhos latejantes
Como eu fora uma miragem de sal
Em um deserto de areias impertinentes.

Foi traído pelos seus olhos, sou real
Sou gente de carne e osso e não feita de areia
Sou do bem, sou do amor e o meu princípio é leal
Sou inabalável, mas, quando me zango, a coisa fica feia.

Quero paz! Vá e não volte: quero a minha sensatez
O relacionamento verdadeiro só é feito com amor
Se não for por amor, prefiro a minha viuvez
Prefiro ficar só a viver com o seu desamor.

Sol pereira

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

A caça


Quem não tem cão
Caça com o gato
Fiz a minha escolha
Caço-te na cama
No chão
Na lona
Na rede
E até no asfalto
Com as minhas armas
E elas não são nem
Armas de fogo
E nem armas brancas
Elas são armas da sedução
Do amor envolvente
Que envolve seu corpo
Junto ao meu em um ritmo
Frenético de amor e paixão.

Sol pereira

Exibo


Exibo-me
É para tirar-te
Do sério
Ar de homem
Comprometido
Com o dever
Com a pátria
Mas com um desejo
Reprimido
À flor da pele
Com desejos loucos
Do meu corpo
Das minhas curvas
Dos meus beijos
Dos meus seios
Dos meus chamegos
Dos meus carinhos
Exibo-me sim
Para mostrar-lhe
Que você não saberia
Viver sem mim

Sol pereira








quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Faça amor e não guerra

O que você quer
Que eu faça?
Gritar mais alto?
Falar do meu amor por você?
Que o meu corpo sente a falta
Do seu corpo dentro do meu?
Então vai lá!
Eu te amo!
E não saberia viver sem os
Seus beijos, sem a sua língua
Percorrendo por todo o meu corpo
Satisfeito? Não?
Então, cara, de uma vez por todas
Pare com esse seu rancor
Seu mau humor
Seu desamor
A vida é curta
E urge, venha logo!
Vamos fazer amor!
Guerra não mais!

Sol pereira

Além do Horizonte


Eu estou além dos horizontes
E você encontrou-me
Ontem atrás dos montes
sol pereira

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Louca de Amor

Sou louca de amor por você
Porque vivo em função de um amor
Que eu sempre dediquei a você.

Vivo de incerteza e com a certeza
Que o amarei por toda a minha vida
E levarei para dentro de mim essa grande tristeza.

Que nunca mais seremos um casal
Loucos e apaixonados, pois você
Teima em dizer que não é esse tal
Do Amor, mas eu juro que é você.

Juro e faço juras de amor
Que o terei e o levarei no meu coração
Pois sou louca e vivo com o temor
Que você brinque e zombe da minha emoção.

Sol pereira

Desejo


Desejo

Sou desejo
Proibido
Estou na ponta
Da língua
Atrás da língua
No céu da sua boca
Tenho os seios
Que você anseia
Estou no seu sangue
Estou no ar que respira
Estou no seu corpo
Na esquina da rua
Do seu bairro
Estou no seu corpo
Nas palavras que
Pronunciam
Sou o seu desejo proíbo,
Sou a Mulher
E você me quer!

Sol pereira