terça-feira, 20 de maio de 2014
Minha carta
A flor do AmorVocê é a florQue no meu jardim brotouDe uma árvore seca,Onde o amor germinou!sol pereira
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Querer-te assim
Vejo-te a
toda hora,
Vejo-te a
todo instanteVejo-te no abajur da sala
No livro da estante
Quero-te aberto
Não como um monge
Querer-te
assim
Não é
ilusão para mimPorque te tenho com paixão
Em meu coração
É assim
que te quero
É assim
que te amo
Sol
pereira
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Minha caminhada
Com os meus pés
descalços
Caminho na solidão...
Da noite e
da madrugada
Visito as estrelas
Converso com
a lua
Deito-me na
brisa do amanhã
Sempre comigo
Sem um amor,
Sem um amigo
Gosto de me
sentir assim
Só para
saborear
A minha caminhada
Sol pereira
domingo, 25 de novembro de 2012
Lapso no tempo
O meu
momento com você
Foi fugidio
e bonitoFoi um lapso no tempo
Fugaz, mas intenso.
Este que só
quem ama
Consegue captar e capturarA transitoriedade que o amor tem
Porque foi tão ligeiro como o vento
Ficaram coisas
boas?
Sim, mas que
vão embora...Com a mesma rapidez que vieram
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Gavetas da alma
A poesia está na alma de quem a escreve
Ela pode ter várias interpretações,
Mas somente o poeta quem sabe
Das suas divagações e seus devaneiosEla pode ter várias interpretações,
Mas somente o poeta quem sabe
O tiro pode sair pela lateral,
Mas os sentimentos estão contidos
No peito, no coração e na alma do menestrel
São com suas melodias, suas emoções,
Seus rabiscos e suas entonações
Que levam os leitores aos céus,
Aos mares e aos sabores tantos
Do amor e da paixão
Sentimentos que estão escondidos
Nas gavetas da alma de um sonhador
Sol pereira.
sábado, 21 de julho de 2012
Nossos vícios
Meu vício é muito pouco
Perto do desejo que sintoDe roubar-te um beijo
Adoçar minha alma
Com o doce da tua boca
Que há muito tenho pendurado
No canto da minha boca
Um beijo adocicado
Sol pereira
quarta-feira, 18 de julho de 2012
A vida não é um simples caminhar
Andar descalço,
Pisar a grama molhada,Soltar o laço
Andar na estrada
Sem a pedra no caminho
É se sentir livre e soltoComo um passarinho
Querendo voar,
Mas a vida é muito mais que um simples caminhar
Ela requer habilidade para a gente não se machucarPor isso nos calçamos
Para nos proteger dos espinhos
As rosas seriam perfeitas
A vida é um enigma
Antes de atirar pedrasConstrua o teu refúgio
Mas a minha alma é de ferro!
Sol Pereira
domingo, 15 de julho de 2012
Duetos e bordados
Um
dia foste me procurar,
Pediu
meus beijosQuerendo me amar
Hoje,
andas fazendo duetos
Nas
esquinas da paixãoMendigando amor nos corpos das meninas
Esqueceste
que lhe tirei dos guetos
Onde
vivias em busca da emoção...
Dei-te
o meu olhar,
as
minhas mãos...E emprestei o meu coração
Hoje
vives fazendo bordados,
Mas
esqueces de que sou a meada,o ponto e a linha dos fios dourados
Sol
Pereira
domingo, 24 de junho de 2012
Tua
Quanto toda nua
Dou-te em gozo
E deslizo em teu
Corpo em busca
Do teu falo
Para ele eu me abro
Sem desembaraço
Faço sexo
Faço amor
Fingir não finjo
Sou puro esplendor
Sou mulher inteira
Me dou por amor
Gosto do meu homem
O faço enlouquecer
E o levo ao prazer
Esse homem por mim tão amado
Que me faz sentir desejada
Deixando-me tão doida
Com as palavras
Que saem da tua boca carnuda
Feita para a minha boca beijar
E com ela passeia pelo meu corpo
Fazendo-me arquear
Para depois penetrar
Ah! Meu homem especial
Meu desejo é fora do normal
Por isso não me engano
Quando digo que te amo
Posso até parecer vulgar,
Mas fostes feito para eu amar.
Sol pereira
domingo, 17 de junho de 2012
Antes só
Para mim não interessa
Os fracos de personalidades Gosto de conteúdo
Aprecio muito o caráter,
Os sem malícias, os puros de almas,Os que me deixam saudades
Adoro ler poesias, contos,
Histórias e prosas...Quando o enredo é amor
Sentimento único
Com uma única línguaNão os que falam a de babel
Nesta língua eu não me situo
Sou firme nas minhas convicções
Sou feita de sentimentos, emoções,Vibrações, desafios, amores-perfeitos.
Mas também adoro viver uma alucinada paixão
Sol pereira
sábado, 16 de junho de 2012
TALVEZ
Talvez
Não queiras acreditar
O que dita a tua alma
Talvez
Penses que não possas pagar
As lindas penas da emoção
Podemos sempre
Quando queremos com amor,
Porque não há de forjá-lo
Quando ele não está sendo verdadeiro
Não queiras acreditar
O que dita a tua alma
Talvez
Penses que não possas pagar
As lindas penas da emoção
Podemos sempre
Quando queremos com amor,
Porque não há de forjá-lo
Quando ele não está sendo verdadeiro
Sol pereira
sexta-feira, 8 de junho de 2012
O silêncio de nós dois
Quando um se cala
É porque o outroTem e deve se rebelar
Então, me fale do seu amor,
Dos seus desejos,
Das suas intenções,
Das suas emoções
Dos beijos que estão guardados
Na ponta da língua,
Prontos para ser despejados
Na minha boca...
Vamos, fale-me o que vem da alma
Para que eu possa entender
Do silêncio de nós dois
Sol pereira
terça-feira, 29 de maio de 2012
Falas
Do sol, da lua, das estrelas,
da terra, do céu e do mar
Dizes que se sentes feliz
por amar além dos horizontes
O que fazer:
Com a nossa vida,
com o nosso amor,
com os nossos sentimentos?
Usas sempre de argumentos
que não convencem
a nossa realidade
Ela é crua, nua e cruel.
Já que somos reféns:
De um olhar, de um sorriso,
De um gesto, de um afago
Vividos tão somente
na nossa imaginação
Sol Pereira.
da terra, do céu e do mar
Dizes que se sentes feliz
por amar além dos horizontes
O que fazer:
Com a nossa vida,
com o nosso amor,
com os nossos sentimentos?
Usas sempre de argumentos
que não convencem
a nossa realidade
Ela é crua, nua e cruel.
Já que somos reféns:
De um olhar, de um sorriso,
De um gesto, de um afago
Vividos tão somente
na nossa imaginação
Sol Pereira.
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Meu amor é um só
É para ele que eu escrevo
Tem todo meu querer e apreço
Não tenho limites,
Sou sedenta e caprichosa
Quando com ele me deito
Sou atenta e segura
Deleito-me sem censurasEle se espalha como um rastro de pó
Aos olhos dos meus leitores
Porque ele é a minha paixão,
A minha razão, a minha sina,
A minha vida e toda minha inspiração
Meu querido soneto
Sol pereira
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