domingo, 8 de janeiro de 2012

O amor é um ...








O amor é um
A poesia é outra

Concordo que todo poeta
É único
Ele escreve
O que vem da alma

Então, não se fundem
Amor e poesia?

Quem te garante
Que os meus versos
Não são teus?

O que tu veres
Mesmo na distância
Não te impedes
De sentires desejos

Por que não te devo nada?
Anseia-se pelos meus beijos

Não é justo te negar
O sabor dos meus seios
Quando és louco para amar
Meus caminhos em devaneios

Sol pereira

2 comentários:

Orvalho do Céu disse...

Olá, querida Sol
Tudo se funde como vc falou muito bem...
Lindo poema numa mistura inebriante...
Bjm de paz e alegria

Úrsula Avner disse...

Oi Sol querida, versos encantadores num melodioso poema... Saudades de ti...