quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Em cada amanhecer




Quando me amas
Na minha pele
Me completas
Com as tuas carícias,
Com teus desejos,
Com teu olhar carinhoso
De bom amante que és
Preenchendo-me todos os espaços
Não deixando meu passado
Rondar o meu presente
Faz-me esquecer da onde vim
Para onde eu vou
Me prendes em teus braços
Se tornando a minha realidade
Em cada amanhecer

Sol pereira

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Diga-me




Dizes-me

Por que ainda
Teimo em fazer-te poemas?

Por que és a minha sina
Se me fazes mal?

Responda-me

Por que o amor
É mais forte do que eu
Se eu me reforço a todo tempo
Contra as possíveis investidas da vida?

Diga-me
Como faço para me defender de ti?

Tens alma, mas não me acalmas
Tens voz, mas não me falas
Tens olhos, mas não me olhas
Ficas no teu mundo invisível

Despertando prazeres,
Discórdia entre mim e o meu corpo
Que te acerca de paixão

Queres-me deixar louca
Se já tens alguém no teu encalço?

Que se faz presente
Na tua vida, nas tuas perguntas,
Nas tuas respostas,
Nos teus poemas, no teu futuro,
Nas tuas afirmativas em relação ao amor

Responda-me, por favor,

Com quem será
Que passará contigo
A estadia aqui na terra?

Diga-me preciso saber
Para continuar vivendo...

Sol pereira

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Amor de verão



Hoje,
Se eu fizer um poema
Da minha alma
Talvez venha a chorar
Então, faço das flores,
Dos amores vividos,
Dos amores partidos,
Dos amores que estão por vir

Hoje,
Se eu fizer um poema
Do amor que sinto por ti
Talvez venha a chorar
Então, me desligo,
Ligo-me no amanhã,
No próximo verão
Que está por chegar

Sol pereira

Nunca desista de ser feliz




Existem dias que queremos
Que o mundo pare ao nosso redor
Hoje, especialmente, sinto-me assim
Com uma vontade louca de amar

Acordei com vontade de dançar
Tenho lido e visto muita tristeza
Então, resolvi sair para espairecer
Procurei-te durante os meus sonhos,

Mas ledo engano...
Estava ocupado com os teus problemas
Que se esqueceste de sonhar...

Meu bem, não te esqueças
Que nunca vou desistir dos teus olhos
Vamos, dê-me a honra e vamos ser felizes

sol pereira

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Para quem ama



Para quem ama
Sempre haverá um jardim com flores
Não dando oportunidade para o outono
Ela, a primavera, sempre reinará
No coração do AMOR!

Para quem ama
Ama as pessoas e os animais
Nunca dará oportunidade
Para o ódio e o rancor
O amor é a mão que balança o mundo

Para quem ama
Sejam os fracos, os fortes,
Os belos e os feios
Pois a beleza está
Nos olhos de quem a vê

Então, para quem ama
Amará acima de qualquer suspeita,
Pois o amor nos espreita
Sejamos, belos, feios, ricos, pobres, cultos e incultos
Somos amados pelo o nosso Criador

Sol pereira

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O amor



A vida não é como o amor
Ela é fugaz
Dura o tempo de uma flor
Já o amor! Ah, este é paz,
É eterno e duradouro
Ele quem comanda a nação,
No presente e no futuro
De amigos e irmãos
Então, vamos viver o AMOR
Hoje, amanhã e sempre

Sol pereira

sábado, 15 de outubro de 2011

Sereias e princesas




Aos poucos revelas...
O teu segredo secreto

Ela é uma princesa
Da pele morena...

Confessas este amor
Em uma noite serena

Elas simples mortais
De peles claras
Corpos de sereias

Não sentem invejas
Da tua pequena
Do castelo de areia

Sol pereira

Minha foto...

REFLEXÕES



Se não encontramos
O amor nos braços
De quem amamos

Não o encontraremos
Em parte alguma,
Pois o amor
É uma doação de almas

(...)
Quem não é capaz
De ler o amor
Em um olhar

Nunca sentirá a paz
Que este sentimento
Lhe traz

Sol pereira

Escrever o AMOR!



Eu quero o amor
Escrever

Existe coisa melhor
Para fazer
Do que viver
Para escrever
O amor que irá viver?

Escrevo do que vivo
Vivo para escrevê-lo

Se eu não tenho
Nada para falar
Escrevo e descrevo o amor
Para depois amá-lo

Seja como for
Levarei o amor COMIGO
Ele é o compasso
Do meu passo

Sol pereira

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

TE ENCONTRAR




Preciso te encontrar
Não sei quando será,
Mas preciso
Quero neste encontro
Falar-te da minha agonia,
Das minhas angustias,
Dos meus desejos,
Das minhas ansiedades
Quero-te encontrar
Sem pressa
Em qualquer lugar
No banco da praça,
Da minha cidade
Ou em um bosque
Falarei bem devagar
Da minha saudade
No silêncio da solidão
Abrir-te-ei o meu coração

Sol pereira

Ouça-me




Ouça-me, por favor,
Não Falarei das rosas
Elas não são raras
Elas não se comparam,
Com o teu esplendor

Então, falarei
Dos sinos.
Eles dobram,
Eles tocam
Pelo nosso amor

Sol Pereira